Jóvenes Emprendedores
Jóvenes Emprendedores
Memória Histórica
"O passado é inspiração para o futuro"
Todo grupo humano possui uma memória coletiva que influi no seu comportamento. É importante trabalhar está memória para que seja força de identidade e motivação. Um povo precisa reviver está memória para evitar o empobrecimento e a deformação da sua identidade cultural. "Um povo sem memória é um povo sem coluna vertebral."" (O futuro tem nome: Juventude, 17)
"Enquanto o jovem crítica a igreja, ainda há esperança. Quando a crítica passa a indiferença, torna-se muito mais difícil conquistar os jovens." (O futuro tem nome: Juventude, 77)
"Há uma subcultura jovem. Gostam da música pop, de festas, de se vestir de maneira diferente dos adultos mas com traços comuns entre eles (calça, jeans, tênis ...) usam gíria própria, vivem em grupos." (O futuro tem nome: Juventude, 80)
"É em família que a criança aprende a se situar no mundo." (Ibid)
"A cultura é transmitida de uma geração a outra a través de símbolos, mitos e rituais
Símbolos
A evangelização que não utiliza os símbolos do povo, e no nosso caso, dos jovens, perde muito a sua eficácia." (Ibid)
Mito (Ensenar, explicar, organização)
"O importante no mito, não é sua adequação à verdade, mas sua capacidade de produzir certos efeitos. O mito só existe enquanto é vivido coletivamente. Quando vivido isoladamente se transforma em fábula, fantasia, ilusão, lenda." (O futuro tem nome: Juventude, 83)
"Devido às mudanças rápidas da vida moderna, a grande mitologia do passado não existe mais. Isso leva a confusão de identidade, de sistemas de valores e o colapso das relações familiares e comunitárias. Os jovens são as principais vítimas." (Ibid)
"O mito é constituído de símbolos e, em primeiro lugar, se dirige aos sentimentos e emoções...O mito pode ter base histórica, mas não está preocupado com os fatos históricos. Ele está ligado aos valores que se pretende comunicar." Ibid
"Os mitos estão sempre presentes nos movimentos políticos e sociais." (O futuro tem nome: Juventude, 85)
"A participação no mito mobiliza as pessoas para a ação ou para a paixão: traz esperança e fé no futuro que se espera, sustenta no momento de desânimo, dá forças, promove o heroísmo é até o martírio." (Ibid)
"O mito tem suas raízes no passado, mas se projeta para o futuro. Sem o mito, é difícil mobilizar o povo para construir um futuro diferente. O mito pode ser uma poderosa arma para transformar a realidade, se soubermos utilizá-lo." (87)
RITUAL
"É a repetição de movimentos e gestos para exprimir e reforçar os valores em que acreditamos. O ritual está relacionado com os mitos. Os mitos são relatos simbólicos ou tradições que tratam dos valores fundamentais da finalidade do mundo e da vida humana. Os mitos produzem força de coesão na sociedade pela sua expressão através do rito. Através da ação ritual tentamos encarnar os valores e metas expresso em mitos." 87
CULTURA MODERNA
1. Revolução Tecnológica
"Antes da era industrial, a mudança tecnológica era extremamente lenta...devido à pouca tecnologia, as pessoas tinham a impressão que nada mudava durante sua vida. Neste sentido foi difícil terem uma ideia de progresso...Está mudança tecnológica cria pessoas diferentes: pessoas que querem resultados imediatos, que estão sempre em movimento, que não estão acostumadas a reflexão e ao cultivo da vida interior. Cria também sensação de que podemos controlar tudo. Há uma consciência coletiva de que o homem é o centro do universo e não é mais apenas uma vítima das forças da natureza." (88)
"As mudanças tecnológicas criam condições para transformações culturais." (89)
"A modernidade foi conquistada com alto custo social." (90)
2. Pluralismo
"A nova cultura, com pluralismo de ideias, nasce a partir desta incrível revolução tecnológica. As pessoas têm acesso a todo tipo de ideias e pensamentos a través da leitura, dos cinemas, da TV, dos jornais...O lema é: "É proibido proibir" (91)
Frente a este desafio não se pode ter uma estrutura monolítica.
"A censura não funciona. É necessário educar os jovens para escolher e discernir as melhores opções no meio de uma multiplicidade de ofertas e segui-las até o fim." (92)
3. Pluralismo Religioso
"Há um êxodo de fiéis tanto da igreja católica quanto das igrejas protestantes tradicionais para estas seitas. Os católicos que saem da igreja, normalmente, são pessoas que mantêm ligações tênues com a instituição" 93
"Os jovens reivindicam que a consciência de cidadania na sociedade civil também deve ser aplicada na igreja. Não aceitam serem tratados como súditos. A evangelização dos jovens, por tanto, passa pela comunhão e pressupõe mecanismos de participação. Sem isso é difícil motivar o jovem." 102
"Quando a igreja facilita a organização de canais de participação, está acolhendo um dos valores mais importantes da cultura moderna e abrindo uma porta para os jovens." 103
"Trata-se de uma geração que não é capaz ou não quer correr riscos, entregando-se a projetos complexos ou a utopias improváveis. É uma religião de curtos voos. As investigações põem em evidência também que muitos jovens estão buscando razões de viver sem ligar para a igreja e suas propostas. Buscam uma mística sem institucionalização." (115)
"A busca de transformações estruturas é precária, se não vai acompanhada também por um trabalho cultural...a análise política não pode ser separada da análise cultural."
127
"Qualquer trabalho de evangelização ou de conscientização política que não leve em conta hoje a questão cultural tem raízes superficiais." 129
"Criar oásis de segurança dentro da cultura moderna...num primeiro momento essa estratégia essa estratégia pode ser bem sucedida junto sim setor da juventude, porém, à medida que o jovem assimila valores da cultura dominante, como a racionalidade, liberdade de crítica, de opinião, a importância de processos democráticos, de ser sujeito, ele se afasta e às vezes assume uma postura de agressão contra a religião em geral. Confunde a verdadeira religião com sua caricatura." 131
"Somente um povo com raízes pode ter identidade e sentir orgulho como povo." 133
"Um povo com complexo de inferioridade não resiste, desiste." 134
"Na cultura moderna os jovens constituem um tipo de sistema de alerta do que vem vindo. Eles nos dizem que temos uma bomba-relógio em nossas mãos; a contagem regressiva já começou; o tempo está se esgotando. Nossa capacidade de trabalhar com a juventude é a medida de nossa capacidade de evangelizar o pensamento moderno e o mundo moderno. Nossa incapacidade de compreender e trabalhar com os jovens pode significar nossa incapacidade de compreender o espírito de uma época. Os jovens nos ajudarão a compreender que os vencedores de amanhã não são as pessoas negativas cujas lamentações acabam com toda a iniciativa e todo avanço. Os vencedores serão as pessoas que sabem trabalhar com as crises, de hoje e veem nelas a oportunidade de construir algo novo." 134
"Para Bauman (2005, p. 7), “„líquido- moderna‟ é uma sociedade em que as condições sob as quais agem seus membros mudam num tempo mais curto do que aquele necessário para a consolidação, em hábitos e rotinas, das formas de agir”. (Sujeito-marca: autoprodução semiótica no ciberespaço como estratégia de sobrevivência na era da precariedade, 6 artículo- Tales Tomas)
O que chamamos de percepção é, mais explicitamente: o direcionar-se percepcionalmente ao percebido, de tal modo que o percebido é sempre entendido como percebido na sua própria percepcionalidade.”3
"Percepção é, portanto, um direcionar-se percepcionalmente ao percebido. Esse direcionar-se-a-algo é uma estrutura típica que a fenomenologia descreve como intencionalidade. Na intencionalidade, há dois momentos diferentes: o intentio e o intentum. O intentio se refere ao “direcionar-se-a”, enquanto o intentum se refere “àquilo-a- que” nós nos direcionamos. No caso da percepção, o intentio é o perceber, e o intentum é o percebido (HEIDEGGER, 1975, p. 83) (citado em Alteridade e Tecnologia: Implicações da Fenomenologia de Martin Heidegger),
"A intencionalidade é a própria relação com os entes. Qualquer forma de interpelação do Outro deve passar pela intencionalidade." , Ibid, 3
“A essência da técnica não é nada de técnico." Heidegger
Daniel Ejemplo de compromiso con la Visión Integral de la Misión y la Unidad de la Iglesia
"A Daniel le tocó vivir en una de las épocas más importantes de la historia del Antiguo Cercano Oriente. Tres imperios desfilaron durante su existencia y le fueron familiares...Es decir, su niñez y adolescencia, se iniciaron cuando el colosal imperio de Assur se hundía en el polvo y entró en la madurez de su vida al compás tentador del impotente aúreo de Marduk en tanto que los últimos años de su edad provecta los vivió en los inicios del dominio de Ahura-Mazda" (Merling Alomía, en Teologia e metodologia da missão, 86)
"Daniel pasó por lides sumamente severas que sacudieron su compromiso con la misión y la unidad de su iglesia. Las diversas pruebas que estremecieron de manera indecible su convicción y confianza en el Dios de sus Padres - que llegó a ser el suyo muy temprano en su vida- y en el pacto que Dios había hecho con el pueblo de la promesa aparecen evidentes en el escueto relato de la vida. En primer lugar, la tragedia de cambiar su realidad de príncipe Jadeita a cautivo de las huestes invasoras de Judá, taladraba los más profundo de sus convicciones ¿Dónde estaban las promesas gloriosas del protector? ¿Dónde estaba el Dios que, dividió las profundidades del Mar Rojo para conducir a sus hijos en este éxodo triunfante, el que también humilló a los ejércitos de Senaquerib? ¿Dónde estaba la protección asegurada del Santo de Israel a la ciudad de su morada?
En segundo lugar, el repentino cambio de Status de común exiliado a privilegiado becado no obnubiló su corazón, ni quitó de su vista el derrotero trazado por Dios a sus escogidos.
En tercer lugar, el cambio impositivo de identidad que pretendió vincularlo con la filosofía religiosa de Babilonia, no lo mareó ni desvió su fe en Dios en cuyas manos sabía que estaba su vida y destino; él jamás permitió que "Bel protegiera su vida" (significado de Beltzasar)- pues tal era el nombre que le impusieron- ni menos permitió que otro, fuera de Jehová su Dios, fuera su juez - siempre fue Daniel, "Dios es mi juez."
En cuarto lugar, el intento de Babilonia de cambiar su estilo de vida ofreciéndole lo mejor de la gastronomía cortesana, no trastocó su entendimiento de que lo mejor que Dios ha dispuesto para los suyos en el comer y beber, es siempre lo que él estableció desde el principio para sus hijos.
En quinto lugar, el confronta miento feroz y cotidiano, en las aulas con el saber filosófico medio itálico y la religión endemoniada de Babilonia. Expuesta por los sacerdotes del reino, por sus profesores de turno y coreada por sus con discípulos; sacudieron su intelecto probando su discernimiento hasta lo sumo, en una lucha titánica de fe y convicción confrontando todo lo que aprendía y se le enseñaba con el eterno "así dice YHWH" y el certero "escrito está". Es decir, su vida de lucha y constante prueba de discernimiento del saber y la verdad, la vivió mostrando que lo único perdurable y seguro para un Teólogo es, una sólida "sola fide" en la segura "sola Scriptura".
En sexto lugar, la relaja te frivolidad estudiantil que les endilgaban, sus colegas de aula. Con los encuentros sensuales de los festivales de Ishtar la gran diosa mesopotámica de la guerra y del amor. Junto con las mil y unas tentaciones propias de las pasiones del entorno juvenil babilónica, no desviaron su concepto claro de lo que Dios espera de cada uno.
En Septimo lugar, la ostentosa vida palaciega que, con sus costumbres mundanas y su corrupción peculiar trataba de moldearlo según los cánones de la corrupta indecencia administrativa; tan común y tan lucrativa en cada entorno administrativo de los gobiernos y sin duda, presente en la corte de Nabucodonosor, no lograron corromper la vida de este testigo de Dios.
Desde el comienzo hasta el final de su carrera, Daniel no sólo descolló académicamente aventajando en sabiduría e inteligencia a sus colegas caldeos y persas (Dan 1:20; 6:1-3), sino que su conducta se destacó también, como exenta de inmoralidad o vicios y lo intachable de su currículum vitae fue tal que, cualquier acusación fue virtualmente imposible (6:4). Su vida impoluta estaba respaldada con, una conducta equivalente a su relación y devoción personal con Dios. ¿Cómo pudo lograr Daniel esa trayectoria tan loable? Tres cosas motivaron constantemente su vida: La certeza de su llamado, la convicción de su misión y el compromiso indiviso de una vida de servicio." (Merling Alomía, en Teologia e metodologia da missão, 87-89)
"Atos 29
O movimento Atos 29 está baseado na experiência descrita nos 28 capítulos do livro Atos dos Apóstolos, que termina abruptamente, diferentemente da maio- ria dos demais livros da Bíblia. Não há uma conclusão formal, o que nos permite a rmar que esse é um livro em continuidade. Acredita-se que Deus permitiu que acontecesse assim para dar a honra e o privilégio de Seus lhos participarem da história da Igreja Cristã escrevendo o capítulo 29 porque o legado continua.
A ideia é promover o ensinamento dos dons es- pirituais. Toda pessoa pode servir a Deus através dos dons que possui no momento e local onde se encontra. Esse tipo de serviço carrega o cunho da personalidade de cada um pois é realizado e desen- volvido de acordo com as habilidades, experiências e aptidões. Ninguém tem desculpa para não se en- volver. Deus requer nada mais do que a capacitação recebida pelo crente. Toda dádiva oferecida é trans- formada por Deus num poderoso instrumento para a transformação de milhares de pessoas em todos os lugares do mundo.
A proposta é que os alunos recebam apoio para identi carem os seus dons e suporte logístico e de materiais para que o maior número possível desen- volva o seu ministério com e ciência. O colégio não de niria os dons, nem rejeitaria qualquer dom ou os classi caria como mais importante ou menos impor- tante, permitindo que o Espírito Santo aja diretamen- te na vida dos alunos.
Alguns dos ministérios desenvolvidos pelo Atos 29 incluem:
• Clínicas de Recuperação. Alunos vão a essas clí- nicas para abraçar e motivar os internos, dar reforço em letramento, matemática, ministrar estudos bíblicos e envolvê-los na adoração a Deus com louvores e men- sagens especí cas para as di culdades que enfrentam.
• Ministério em Asilos. Os alunos vão ao lar dos idosos para fazê-los se sentir abraçados, amados, lembrados, notados; levando-lhes esperança, carinho e alegria através das músicas e do contato afetivo. Es- sas visitas trazem aos idosos um sentimento de famí- lia, de pertencimento e de comunidade.
• Ministério Ajuda Urbana. É um trabalho dirigi- do especi camente aos moradores de rua. Ali eles são identi cados de acordo com suas necessidades e elas são supridas, dentro das possibilidades da equipe, bem como da aceitação do “sem teto”. Faz- -se cortes de cabelo, doa-se roupas, alimentos e cobertores. Encaminha-se pessoas para clínicas de recuperação ou tenta-se recolocá-las no seio de suas famílias através de um trabalho de investigação, me- diação e transporte.
• Ministério Missão Urbana – Jovens. Esse é quem sabe o mais desa ador dos projetos porque requer muito tato, mansidão, empatia, bom senso, equilíbrio, inteligência emocional e social, além de uma visão não condenatória. Os alunos devem ir a uma praça ou a um local que tenha se tornado um “point” - um lugar onde os jovens da cidade se encontram para se conhecer, rever amigos, curtir música, jogar conversa fora, fumar, beber e paquerar. A equipe deve se divi- dir em vários grupos pequenos de contato que se es- palham pela praça buscando oportunidades para se aproximar das pessoas. Um grupo responsável pela música ca num ponto com violão tocando “corinhos” esperando que jovens se aproximem. Outros grupos pequenos de contato, à medida que conquistam a confiança das pessoas e estabelecem uma boa conversa, as convidam para se juntar ao grupo da música. A atividade consiste em se aproximar desses jovens e iniciar uma conversa, uma amizade. Antes que a noite termine, os estudantes buscam obter endereços eletrônicos e do Facebook para manter a amizade durante a semana. Com o passar do tempo convida-se as pessoas interessadas a conhecer melhor os encontros de jovens na igreja.
• Ministério Missão Urbana – Idosos. Há também uma versão do ministério descrito acima para idosos que também têm o seu “point” de encontro em outra praça mais calma, menos barulhenta, apropriada para a idade deles. Eles tendem a ser mais abertos para recepcionar, ouvir sobre as crenças, mas são mais resistentes quanto à mudança de estilo vida ou visitar uma igreja.
• Ministério Skate for Him. Esqueitistas praticam esporte na quadra de esqueite da cidade. Enquanto an- dam de esqueite, têm a oportunidade de falar de Jesus para jovens e adolescentes da cidade numa linguagem peculiar de quem pratica esse esporte. Outras inicia- tivas incluem começar um pequeno grupo e convidar para algum programa na igreja mais próxima.
• Ministério em Orfanatos. Os alunos vão a abrigos para aonde crianças órfãs são levadas após perderem os seus pais ou quando os pais perdem a guarda das crianças devido a maus tratos ou abandono. Os alu- nos contam histórias, ensinam músicas, jogos inte- rativos, brincadeiras pedagógicas, mas acima de tudo levam amor, carinho e afeto para essas crianças.
• Espaço Nosso Amiguinho. Os alunos atendem crianças, onde fazem pinturas nos rostos, contam histórias, ensinam músicas, jogos interativos e brin- cadeiras pedagógicas.
• Ministério do Violão. Alunos de música ensinam crianças e adultos a tocar violão.
• Núcleo Infantil da Adra. Os alunos atendem crianças num espaço da Adra. Dividem o grupo gran- de por idade. Contam histórias, ensinam canções, jo- gos interativos, brincadeiras pedagógicas e dão estu- dos bíblicos para elas e para os pais.
Geração 148
O movimento Geração 148, semelhantemente, é formado por jovens adventistas do sétimo dia que buscam em sua caminhada cristã viver por um único motivo: a glória de Deus, refletindo a imagem e o caráter do Criador e testicando de Seu perfeito plano de salvação para a humanidade. A visão do movimento é reavivar esta geração jovem através da pregação da Palavra de Deus, da adoração e do relacionamento íntimo com Cristo, com criatividade e diversidade de ideias em comunidade.
Baseado na passagem de Romanos 14:8 “porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos, de sorte que, quer vivamos ou morramos, somos do Senhor”, o projeto visa estabelecer uma identidade cristã real e significativa na vida dos jovens.
As atividades da semana são organizadas nas reuniões de diretoria semanais ou quinzenais. Os líderes também oram uns pelos outros, pelos projetos envolvidos, organizam as ações, os pequenos grupos e o voluntariado junto à igreja e à comunidade local. Reuniões gerais semanais ou quinzenais dos membros em geral também acontecem para anunciar as ações semanais e tudo que o G148 fará, além de organizar tarefas, voluntários, etc.
As ações do G148 se dividem em internas e externas. Ações internas envolvem a comunidade de estudantes internos do colégio e os membros da igreja visando aprimorar os relacionamentos com Deus e entre os próprios estudantes. Ações externas envolvem as comunidades vizinhas e cidades próximas. São ações sociais e espirituais que visam impactar as pessoas através do amor de Cristo.
Atividades típicas do G148 incluem abraços para as pessoas nas ruas, consolo às pessoas no Dia de Finados, divulgação de projetos missionários, homenagem no Dia dos Professores e muitas outras.
Entre os grupos de apoio estão a TV Geração que é o departamento que promove as ações, registra atra- vés de fotos e vídeos, e administra as páginas o ciais nas redes sociais e o Shekinah que insere músicas nas ações promovidas pelo voluntariado e capelania, promovendo assim interatividade e dinamismo...Somente Deus pode contemplar o futuro desse projeto. No entanto, a busca pela orientação do Espírito Santo e da aplicação de princípios missiológicos bíblicos possibilita o vislumbrar dessas sementes do Evangelho ger- minando em contextos desa adores na Janela 10/40, um conjunto de pesquisas e materiais preparados para guiar as atividades missionárias e uma nova geração de jovens adventistas brasileiros engajados na missão e liderando suas congregações em projetos missionários em Jerusalém, Judeia, Samaria e até nos confins da Terra. En fim, um povo missionário à semelhança do Seu Deus." (Foco na pessoa: Transformando jovens em missionarios, 32.
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