Liderazgo en la iglesia

 Liderança da Igreja

Como líder cristiano 

No puedo:
Herir
Agitar
Confundir

Ser abusivo

Ser indecoroso
Ser autoritario

"Solenes são as responsabilidades que pesam sobre os que são chamados a agir como dirigentes na igreja de Deus na Terra. Nos dias da teocracia, quando Moisés estava procurando levar sozinho fardos tão pesados que logo sucumbiria sob eles, foi ele aconselhado por Jetro a fazer planos para uma sábia distribuição de responsabilidades. “Sê tu pelo povo diante de Deus,” aconselhou Jetro, “e leva tu as coisas a Deus; e declara-lhes os estatutos e as leis, e faze-lhes saber o caminho em que devem andar, e a obra que devem fazer” Jetro sugeriu mais: que fossem escolhidos homens como “maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqüenta, e maiorais de dez” Os escolhidos deviam ser “homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que aborreçam a avareza” Deviam ser estabelecidos para que julgassem o povo “em todo o tempo”, aliviando assim Moisés da exaustiva responsabilidade de atender a muitos assuntos de menor importância, que podiam ser solucionados com habilidade por auxiliares consagrados. Êxodo 18:19-22." (AA, 51).


"O tempo e a força dos que, na providência de Deus, foram colocados em posições de mando e responsabilidade na igreja, devem ser gastos no trato com assuntos de maior importância, que demandem capacidade especial e generosidade de coração. Não é o plano de Deus que tais homens sejam solicitados na solução de assuntos de pequena consideração, que outros são bem qualificados para manejar. “Seja que todo o negócio grave tragam a ti,” aconselhou Jetro a Moisés, “mas todo o negócio pequeno eles o julguem; assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo. Se isto fizeres, e Deus to mandar, poderás então subsistir: assim também todo este povo em paz virá ao seu lugar”. Êxodo 18:22, 23." (AA, 51).


"Os mesmos princípios de piedade e justiça que deviam orientar os líderes entre o povo de Deus nos dias de Moisés e de Davi, deviam ser igualmente seguidos por aqueles a quem foi entregue o cuidado da recém-organizada igreja de Deus na dispensação cristã. Na obra de ordenar as coisas em todas as igrejas, e na ordenação de homens capazes para agir como oficiais, os apóstolos se orientaram pelas altas normas de governo esboçadas no Antigo Testamento. Mantiveram o princípio de que aquele que é chamado para ocupar posição de maior responsabilidade na igreja, “seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância; mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante; retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes”. Tito 1:7-9." (AA, 52).


Os filhos não podem ser criados por procuração. O exemplo deixado por Jesus deveria ensinar-nos que essa tarefa só pode ser realizada por indivíduos que permaneçam ao lado daqueles a quem buscam liderar. Robert E. Coleman. Plano Mestre de Evangelismo. Mundo Cristão, 2006, p. 41.


Esse principio de estabelecer uma cabeça de ponte em qualquer novo lugar de labor, entrando em contacto com lideres chaves em potencial, que possam dar prosseguimento à obra de evangelização, não é um principio sem importância. Robert E. Coleman. Plano Mestre de Evangelismo. Mundo Cristão, 2006, p. 70. 

a missão dada aos seus discípulos não diferiria, em principio ou em método, de sua própria missão. Jesus começou por entregar-lhes a sua própria autoridade e poder para fazerem o seu trabalho (ver Marcos 6:7; Mateus 10:1 e Lucas 9:1), e encerrou essas instruções assegurando aos discípulos que aquilo que estariam fazendo era como se Ele mesmo estivesse agindo. ―Quem vos recebe, a mim me recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou‖ (Mateus 10:40; conf. João 13:20). Pense o leitor nessa identidade! Robert E. Coleman. Plano Mestre de Evangelismo. Mundo Cristão, 2006, p. 72.

O evangelismo, por conseguinte, não é um acessório opcional em nossas vidas de crentes. Mas é o próprio pulsar de tudo aquilo para o que fomos chamados a ser e a fazer. Robert E. Coleman. Plano Mestre de Evangelismo. Mundo Cristão, 2006, p. 75.

O mundo está procurando, em autêntico desespero, alguém a quem possa seguir. Que seguirão a alguém é indiscutível; porém, esse líder será alguém que conhece o caminho traçado por Jesus Cristo, ou será alguém semelhantes aos seus liderados, e que só poderá conduzi-los a trevas ainda mais densas? Essa é a questão decisiva em nosso plano de vida. A relevância de tudo aquilo que fazemos aguarda o seu veredito; e, por sua vez, o destino das multidões depende do lado para onde pender a balança. Robert E. Coleman. Plano Mestre de Evangelismo. Mundo Cristão, 2006, p. 104.


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